



Força e amor para as famílias de Realengo.
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Imagine:
Você é linda, bem sucedida e talentosa.
Seus ex-namorados são lindos e bem sucedidos também. Entre eles, Ricardo Pereira, o português mais bonito que eu já vi.
Mas, o seu marido, é lindo, rico e empresário.
Seu casamento é no Havaí.
E você faz o seu próprio vestido (Por que, como eu disse, você é muito talentosa).
Ah, você está grávida de seis meses e, para variar, é uma grávida linda.
Seu enxoval, você comprou em uma passadinha rápida por Miami, por que você vive viajando mundo afora.
E, claro, você é uma pessoa muito feliz com a sua vida e com o momento de alegria pelo qual está passando.
Você só pode ser a...
Daniele Suzuki!!!
Diva! A-DO-REI. Nem tenho inveja (rsrsrs), admiro.


Faço minhas as palavras de Daniel.
Passando por cima dos estereótipos, quebrando preconceitos e fazendo o que bem queria, a paulista Maria Melilo, de 27 anos, conquistou o público, o coração do bonitão Wesley e o prêmio de R$ 1.5 milhão.
Eu A-DO-REI essa vitória. Já estava na hora de uma mulher ganhar esse negócio. Até por que, eu sempre torci para as participantes "de espírito alegre", rs. Fiquei mega decepcionada quando a Priscila perdeu para o Max e a Fernanda para o Dourado. Gostava muito mais da história delas no BBB do que da participação dos machinhos. Enfim, ontem, esse quadro mudou.
Tudo bem que eu odiei os tempos em que a Maria se humilhava para o Mau Mau Mala, mas foi de dar gosto vê-la beijando o Wesley na frente do rapaz e sua "trupe de amigos de infância e para sempre". Acho até, que foi a partir daí que o público se identificou com ela e passou a ter afinidade. Pelo menos, foi depois desse momento que eu passei a gostar dela, além de achar lindo o casalzinho. Mas eu sou bobona, sempre torço pelos casais. Por mais que eles mintam para mim (rsrsrs) e se desfaçam um mês após o término do Big Brother, lá estou eu me apaixonando por eles, de novo.
Aliás, por falar em paixão, que doutor é esse hein? Outro dia até sonhei com ele, sonhei que ele era meu namorado, hahahaha, doce ilusão, quem me dera, mas como diz a música, sonhar não custa nada.
Por mais que eu tente resistir ao BBB, fique o primeiro mês sem assistir, concorde e repita para mim mesma todas as críticas que são feitas a reality shows, quando vou me dar conta, lá estou eu torcendo por alguém, com raiva dos vilões, adorando as piriguethys e me encantando pelos casais.
Mas, um dia eu ainda vou me libertar, isso não é um vício, quando quiser eu paro, só mais essa vez, só mais essa edição...rsrsrs.







Rio 40°.
50°, 60°, 70°... e sensação térmica de 175°.
Eu não aguento, a cada dia há um novo recorde, que bate o do dia anterior como o mais quente do ano. Esse 2.011 promete. Promete um uso maior do ar condicionado, uma conta de luz nas alturas, promete os apagões, a falta de água, enfim... promete.
Mas calma, moramos em um estado maravilhoso, com praias, cachoeiras, florestas, biquínis e sungas passeando livremente por aí. É tudo lindo. Mas me permita comentar, tudo bem que adoramos praia e sol, Maracanã e futebol no domingo, mas esse calor está demais. Minha amiga me contou que foi à praia de Copacabana no último final de semana e teve que ficar sentada na canga. Isso mesmo, não havia lugar na areia para que ela deitasse ou abrisse o seu guarda-sol. E o tempo todo ela esbarrava nos cidadãos ao lado, também suados e cansados como ela por estar naquela situação, no mínimo, incômoda. Refrescar-se na água? Claro, mas cuidado com a câimbra, pois banhar-se no gelo é meio complicado. Estranho isso não é? Mas é um fenômeno que sempre acontece com as águas de nossa querida Baía de Guanabara. Enquanto na areia o banhista se transforma em um croquete ambulante, na água é impossível dar um mergulhinho sequer, devido à baixíssima temperatura.
Esse é o maravilhoso Rio de Janeiro. Eu, que moro muito longe da praia, nem me arrisco nesses passeios tupiniquins que nós, cariocas e fluminenses, adoramos fazer em dia de calor insuportável.
É preciso muita força de vontade para sair de casa no verão carioca.
Porque o metrô está uma maravilha, uma multidão de pessoas suadas, tentando sobreviver a uma viagem de uma hora até a praia. O ônibus, quente e infernal, rumo ao engarrafamento. E o trem, ah o trem, só Jesus na minha vida quando eu embarco no trem. No outro dia, nesses dias com temperatura acima dos 40° e eu passando mal na condução, não é que tinha um cara com um papagaio dentro do trem? O bicho ficava voando pelos vagões, mas obedecia ao comando de seu dono, que o chamava, assim como a um cachorro, quando ele voava para um assento muito distante, que devo dizer, era ao meu lado. O danado adorava o banquinho ao meu lado. E eu, suando em bicas, rezando para chegar logo ao meu destino, rumo ao ar condicionado.
É gente, esse é o verão no Rio de Janeiro. Gostosinho!